Ministro da Economia visita empresas de calçadoMinistro da Economia visita empresas de calçado

O Ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, visitou no dia 18 de Junho, 2 empresas de calçado em São João da Madeira, a empresa Helsar e a Fábrica de Calçado Evereste.

Nesta passagem pelas empresas, realizada durante o  programa de visitas ao Distrito de Aveiro, o Ministro mostrou-se satisfeito com a industria do calçado e não se cansou de elogiar a qualidade do calçado português  e o trabalho espectacular das empresas deste sector.

A empresa Helsar, com 30 anos de existência, especializada em calçado de alta qualidade para senhora, comercializa grande parte da sua produção em Portugal, com a marca Helsar. No entanto,  os seus sapatos estão espalhados pelos 4 cantos do mundo. Inova em cada estação com uma grande diversidade das suas colecções, assim como personaliza calçado à medida dos gostos de cada cliente. 

De acordo com a empresa as vendas têm aumentado a cada ano, de maneira que pretendem ampliar sua área de produção, no curto prazo.
A Fábrica de Calçado Evereste, criada em 1942, dedica-se à produção e comercialização de calçado de homem de alta qualidade. Conta com 2 marcas próprias, Cohibas e Fugato.

A relação de proximidade com os clientes é um dos elementos diferenciadores da empresa que dispõe de um serviço de personalização dos modelos de calçado, em regime de exclusividade.

O mercado Nacional, é o principal mercado do calçado com a marca Cohibas, que está presente  em  todo o país e também além fronteiras, nomeadamente em vários países da Europa, Ásia e Oceânia, embora, por questões de marketing, assuma nesses países a designação de Chibs.
Apostando no binómio moda/conforto produz sapatos clássicos com um toque vintage ou ténis com um look futurista e tecnológico.
 
Ambas as empresas apostam no mercado Nacional, e através da qualidade, design e proximidade ao cliente, os seus produtos sobrevivem há décadas e com boas perspectivas futuras. Trata-se, em ambos os casos, de empresas familiares  em que as gerações mais novas fazem já parte dos quadros das empresas e pretendem dar continuidade ao trabalho dos seus antecedentes.


Fonte: CTCP, 22.Jun.09